Atendimento em todo o Brasil
A Geonew atende projetos de geologia, exploração mineral, mineração e meio ambiente em todo o Brasil. Os escritórios ficam em Belo Horizonte (MG), Parauapebas (PA) e Santa Maria das Barreiras (PA), e as equipes de campo são mobilizadas até a área de cada projeto, com logística e cronograma definidos no plano de trabalho.
A GEONEW é uma empresa de consultoria e prestação de serviços em geologia, exploração mineral, mineração e meio ambiente com escritórios em Belo Horizonte/MG, Parauapebas/PA e Santa Maria das Barreiras/PA. Fundada em 2011, possui mais de 10 anos de mercado e profissionais de nível sênior, com experiência em projetos integrados para mineração, geologia básica e geofísica.
Projetos de pesquisa mineral raramente ficam perto de onde a consultoria está: o depósito está onde a geologia o colocou. Por isso o atendimento da Geonew não depende de ter uma unidade em cada estado, e sim de planejar bem a ida a campo. A interpretação dos dados, a modelagem geológica, a estimativa de recursos e os relatórios técnicos são feitos pela equipe dos escritórios, independentemente de onde a área está.
Como a Geonew atende cada estado?
Atendimento no Acre
Pouca rocha aflorante e escassez de brita: no Acre, a demanda é geofísica para obras, água subterrânea, agregados e licenciamento.
Atendimento em Alagoas
Subsidência em Maceió, cobre em Craíbas e uma bacia sedimentar com sal e petróleo: em Alagoas, geofísica e geologia aplicada pesam tanto quanto a mineração.
Atendimento no Amapá
Manganês histórico da Serra do Navio, ouro e ferro em Pedra Branca do Amapari: projetos amapaenses com logística planejada caso a caso.
Atendimento no Amazonas
O maior estado do país, com estanho em Pitinga e potássio em Autazes: projetos amazonenses com logística fluvial e aérea planejada.
Atendimento na Bahia
Ouro em Jacobina, cobre no Vale do Curaçá e uma diversidade mineral rara: projetos baianos atendidos com equipe deslocada até a área.
Atendimento no Ceará
Semiárido sobre rocha cristalina, onde achar água é questão de geofísica, e o projeto de fosfato e urânio de Santa Quitéria em licenciamento.
Atendimento no Distrito Federal
Território pequeno e muito ocupado, aquíferos sob pressão e calcário na Fercal: no DF, geofísica, água e licenciamento vêm antes da mineração.
Atendimento no Espírito Santo
Polo de rochas ornamentais em Cachoeiro de Itapemirim e usinas de pelotização no litoral: projetos capixabas atendidos a partir de Belo Horizonte.
Atendimento em Goiás
Ouro em greenstone belts, níquel laterítico e complexos carbonatíticos: projetos goianos atendidos com equipe mobilizada a partir de Belo Horizonte.
Atendimento no Maranhão
Ouro no noroeste maranhense, gipsita em Grajaú e o porto que escoa o minério de Carajás: projetos atendidos com equipe deslocada até a área.
Atendimento em Mato Grosso
Ouro na Província Juruena–Teles Pires e na Baixada Cuiabana, metais-base em Aripuanã: projetos mato-grossenses com equipe mobilizada até a área.
Atendimento em Mato Grosso do Sul
Ferro e manganês do Maciço do Urucum, à beira do Pantanal, e aquíferos que abastecem o interior: projetos sul-mato-grossenses com equipe mobilizada.
Atendimento em Minas Gerais
Sede em Belo Horizonte e equipes que se deslocam para projetos de geologia, exploração mineral e licenciamento em todo o estado, incluindo o Quadrilátero Ferrífero.
Atendimento no Pará
Escritórios em Parauapebas e Santa Maria das Barreiras, no sudeste paraense, perto da Província Mineral de Carajás, com equipes de campo para todo o estado.
Atendimento na Paraíba
Bentonita em Boa Vista, minerais pesados em Mataraca e pegmatitos da Borborema: na Paraíba, a mineração é de minerais industriais.
Atendimento no Paraná
Calcário e carste na Região Metropolitana de Curitiba, xisto em São Mateus do Sul e aquíferos da Bacia do Paraná: projetos atendidos com equipe mobilizada.
Atendimento em Pernambuco
O Polo Gesseiro do Araripe no sertão e um litoral de obras e indústria em Suape: projetos pernambucanos atendidos com equipe mobilizada até a área.
Atendimento no Piauí
Níquel laterítico no sudeste, opala em Pedro II e aquíferos sedimentares da Bacia do Parnaíba: projetos piauienses com equipe mobilizada.
Atendimento no Rio de Janeiro
Relevo montanhoso, cidades densas e encostas sensíveis: no Rio de Janeiro, a demanda é geofísica para obras, agregados, rochas ornamentais e licenciamento.
Atendimento no Rio Grande do Norte
Tungstênio e pegmatitos no Seridó, sal marinho e petróleo na Bacia Potiguar: projetos potiguares atendidos com equipe mobilizada até a área.
Atendimento no Rio Grande do Sul
Carvão em Candiota, cobre histórico no Camaquã e ametista no norte: projetos gaúchos atendidos com equipe mobilizada até a área.
Atendimento em Rondônia
Cassiterita na Província Estanífera de Rondônia, com Bom Futuro em Ariquemes: projetos rondonienses atendidos com equipe mobilizada até a área.
Atendimento em Roraima
Grande parte do território em terras indígenas e áreas protegidas: em Roraima, o trabalho começa pela análise legal da área e foca obras, água e agregados.
Atendimento em Santa Catarina
Bacia carbonífera no sul, passivo ambiental em recuperação e fluorita: em Santa Catarina, mineração e meio ambiente andam juntos.
Atendimento em São Paulo
Demanda constante por agregados, cadastro público de áreas contaminadas e o fosfato de Cajati: em São Paulo, geologia aplicada e licenciamento na CETESB.
Atendimento em Sergipe
A única mina de potássio em operação no país e o maior campo de petróleo em terra: Sergipe é pequeno, mas tem uma bacia sedimentar de peso.
Atendimento no Tocantins
Ouro no sudeste tocantinense, em Almas e Natividade, e calcário no interior: projetos atendidos com equipe deslocada até a área.
Cada estado e o Distrito Federal têm uma página própria, com o panorama em números oficiais do IBGE, o contexto geológico e mineral da região, o órgão ambiental responsável pelo licenciamento e a forma como a equipe chega até a área. Minas Gerais é o estado da sede, e o Pará concentra os outros dois escritórios; nos demais, o atendimento segue o modelo descrito abaixo.
Como funciona o atendimento em outros estados?
O primeiro contato serve para avaliar a viabilidade: onde está a área, qual é o objetivo do trabalho, que dados já existem e em que fase está o processo na ANM. Com isso a Geonew dimensiona a equipe e define o que é feito em campo e o que é feito no escritório. A mobilização inclui deslocamento, acessos, apoio local e período de campo, e tudo isso fica registrado no plano de trabalho antes do início.
Em campo, a equipe executa as etapas de exploração mineral, como mapeamento geológico, amostragem, fiscalização de sondagem e descrição de testemunhos, e os levantamentos de geofísica terrestre. No escritório, os dados viram modelo geológico, estimativa de recursos e reservas e relatórios. A gestão de processos minerários na ANM segue regras federais e vale para qualquer estado; o licenciamento ambiental, por outro lado, segue a legislação do estado onde o empreendimento está, e é tratado caso a caso na área de meio ambiente.
O que enviar para avaliar um projeto em qualquer estado?
- Localização: município, coordenadas ou poligonal da área e as condições de acesso conhecidas.
- Objetivo: o que precisa ser respondido, como encontrar alvos, converter recursos, licenciar ou investigar o subsolo de uma obra.
- Dados existentes: mapas, sondagens, análises, levantamentos geofísicos e relatórios anteriores.
- Situação regulatória: número e fase do processo na ANM e licenças já emitidas.
A resposta é direta: quando o projeto não é viável no prazo, no orçamento ou no escopo pedido, a Geonew informa isso no primeiro contato. Para entender como cada perfil de cliente é atendido, veja as soluções por setor.
Perguntas Frequentes
A Geonew atende projetos em todo o Brasil?
Sim. A Geonew atende projetos de geologia, exploração mineral, mineração e meio ambiente em todo o Brasil. Os escritórios ficam em Belo Horizonte (MG), Parauapebas (PA) e Santa Maria das Barreiras (PA), e as equipes são mobilizadas até a área de cada projeto, conforme o plano de trabalho.
Onde ficam os escritórios da Geonew?
A sede fica na Rua Itapetinga, 222, no bairro Canadá, em Belo Horizonte (MG). A Geonew também tem escritórios em Parauapebas (PA) e em Santa Maria das Barreiras (PA). Para projetos em outros estados, a equipe se desloca até a área, com a logística definida antes do início dos trabalhos.
Como funciona a mobilização da equipe para outro estado?
Depois de avaliar a localização, o objetivo e os dados existentes, a Geonew define a equipe, o período de campo, os acessos e o apoio local necessários. Tudo isso entra no plano de trabalho. Interpretação, modelagem e relatórios são feitos no escritório, sem depender de onde a área está.
O licenciamento ambiental muda de um estado para outro?
Sim. Os títulos minerários seguem as regras federais da ANM em qualquer estado, mas o licenciamento ambiental segue a legislação do estado onde o empreendimento está. Por isso, cada processo é avaliado de acordo com o órgão ambiental competente e com as normas estaduais aplicáveis à atividade.
Existe uma página de atendimento para cada estado?
Sim. Cada um dos 26 estados e o Distrito Federal tem uma página com dados oficiais do IBGE, o contexto geológico e mineral da região e o órgão ambiental responsável pelo licenciamento. Em todos eles, o atendimento é feito com mobilização da equipe a partir dos escritórios em Minas Gerais e no Pará.
Como solicitar uma proposta para um projeto fora de Minas Gerais?
Envie a localização da área, o objetivo do trabalho, os dados existentes e a situação do processo na ANM. Com isso a Geonew avalia a viabilidade e define escopo, equipe e cronograma. O contato é pelo telefone (31) 2531-0961, pelo e-mail [email protected] ou pelo formulário do site.
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